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Ofurô para Bebês

Você pode fazer em casa agora mesmo! Use um balde próprio para o banho com água numa temperatura entre 35º e 37º (temperatura igual ao ambiente intrauterino), num ambiente tranquilo, acolhedor e com iluminação baixa. Lembre-se de colocar pouquinha água, pois assim que o bebê submergir, a água ficará na altura dos ombros.
O ofurô de bebês, além de relaxar a musculatura, também ajuda a minimizar cólicas e irritações. A posição no balde recria o ambiente materno. Seu formato proporciona segurança para o bebê, já que com o avanço da gestação o ambiente intrauterino foi ficando cada vez mais reduzido, e as laterais do balde oferecem segurança, assim como as paredes do útero também eram limites. A água aquecida complementa essa memória do bebê. Os pais ainda poderão enrolar o bebê num fralda, como antigamente num charutinho. Dessa forma oferece-se mais segurança e memória corporal para o bebê, pois o espaço fica mais limitado e o bebê mais organizado em movimentos, além de oferecer mais segurança para os pais no apoio de mão, pois ajudará a não escorregar.
Por esses motivos você poderá substituir o banho na banheira pelo balde, oferecendo relaxamento e bem-estar ao invés de stress que muitas vezes gera crises de choro.
Coloque o bebê aos pouquinhos, deixe-o sentir a água com os pezinhos e lentamente coloque-o em imersão até a altura dos ombros. Com uma das mãos você poderá segurá-lo pela nuca, enquanto a outra apóia no queixo. Se você enrolar o bebê na fralda, terá um ponto de apoio melhor e oferecerá mais acolhimento ao bebê. Quando a água começar a esfriar, já é hora do banho terminar, e não é raro os bebês tirarem uma sonequinha no próprio balde!
Fique de olho na temperatura da água, apóie o balde numa base firme e estável, as bordas não devem conter frisos para a proteção do bebê e não o deixe sozinho no balde.
Comece desde já!
Denise Gurgel Barboza
Fisioterapeuta Materno-Infantil e Especialista em Shantala CREFITO 34310-F
http://www.cursoshantala.com.br/
Shantala - A Massagem Indiana para Bebês

As semanas vão passando, o corpo ganha curvas e conforme o bebê se desenvolve, mãe e filho se vincularão cada vez mais. Já os homens não devem se render à imaginação para melhor compreender essa fase. Participar ativamente e dividir como casal a chegada do bebê, é essencial para encararem juntos todas as mudanças, pois na gestação nasce uma mãe e também um pai.
Reforçar o vínculo afetivo familiar através de uma massagem carinhosa após o nascimento, é essencial para que o bebê sinta-se amado e protegido. Para esse momento especial existe uma massagem indiana milenar chamada Shantala. Foi descoberta pelo Dr. Frédérik Leboyer, que numa viagem à Índia, observou uma mãe numa rua de Calcutá massageando seu bebê com uma intimidade e interação encantadora. Leboyer fotografou em dias consecutivos e ao publicar o livro no Brasil deu o nome da massagem de Shantala, pois esse era o nome da jovem mãe.
Shantala traduz um momento especial oferecendo a oportunidade dos pais terem um contato mais prolongado com o bebê. O toque carinhoso é a melhor forma dos pais se aproximarem do bebê, transmitindo amor e carinho através das mãos.
O bebê responde a massagem com relaxamento e bem-estar, contribuindo também para uma melhor qualidade de sono, liberação de gases, prevenindo cólicas e prisão de ventre, estimula a resistência imunológica, reduz estresse, amplia respiração, auxilia no desenvolvimento motor, favorece o ganho de peso, crescimento físico e favorece o auto-conhecimento corporal do bebê, bem como os pais também aprendem a linguagem corporal do bebê.
A massagem é realizada num local tranquilo, acolhedor e aquecido, com o bebê desnudo sobre as pernas estendidas da mãe. A aplicação dura de 15 à 30 minutos, dependendo da aceitação ao toque e usa-se óleo de origem vegetal para facilitar o deslizamento das mãos. À partir de um mês de vida, os bebês já podem receber Shantala e não há restrições em iniciar com crianças mais velhas.
A massagem termina com o banho de imersão e com certeza após esse momento a mamãe entrará em ação, pois o bebê desejará ser amamentado e dormirá relaxado.
Permita-se encontrar momentos diários de contato corporal com o bebê, alimentando-o através do toque onde as palavras não alcançam.
Denise Gurgel Barbosa
Fisioterapeuta Materno-Infantil e especialista em Shantala CREFITO 34310-F
http://www.cursoshantala.com.br/
O Pai Grávido
De todas as alterações relatadas, a mais interessante que chama mais a atenção, é a Síndrome da Incubação ou Síndrome de Couvade (nome francês). Esta síndrome ocorre devido à integração exagerada e incontrolada do homem na gestação, ele passa a ter sintomas que simulam uma gestação: náuseas, vômitos, dores abdominais, alterações do apetite, ganho de peso, desejos alimentares, constipação, cãibras, tontura, fadiga e oscilações de humor. Embora a razão para isto não seja conhecida, algumas teorias tentam explicá-las: ciúmes, medo de ser abandonado, necessidade de atenção, estresse causado pela convivência com uma mulher irritadiça e a iminência do aumento da família. Esta síndrome só deve ser valorizada depois de afastadas as razões orgâncias para estes sintomas. O tratamento baseia-se na identificação do problema que estimulou o seu surgimento destes sintomas e em um reforço psicológico para o causador. Isto é: se for ciúme do bebê, uma maior compreensão sobre a gestação, com relação a estas alterações poderá resolver o problema; se for preocupação em cuidar do nenê, um curso especializado o deixará mais tranquilo, e assim por diante.
Fonte: Grávida Feliz, Obstetra Feliz - Dr. Arnaldo Schizzi Cambiaghi
Endereços
Curitiba
Maternelle - Moda Gestante e Infantil
Rua: Barão de Antonina, 399
Bairro: Centro Cívico
Fone: (41) 3018-3191
Sintomas e Modificações Importantes Comuns à Gravidez

Os sintomas dos quais a paciente se queixa são muitos e variados. A fadiga e o sono excessivo é comum, podendo as pacientes tornarem-se repentinamente exaustas. A insônia torna-se mais frequente perto do término da gestação, quando o mal-estar físico causado pelo aumento do útero dificulta o sono da paciente. As náuseas e o vômito no princípio da gravidez são relativamente comuns, sendo que a salivação excessiva está frequentemente associada aos mesmo. Esses sintomas, apesar de desagradáveis, traduzem indiretamente a quantidade de hormônio produzido. Sabe-se que as mulheres que tem muito enjôo e vomitam, dificilmente tem aborto. Dessa forma, esses acontecimentos não são tão ruins, pois tem um significado positivo no futuro da gestação.
Também a constipação é comum, podendo agravar as hemorróidas. A azia é às vezes verificada. Vários outros tipos de mal-estar são encontrados, inclusive dor nas costas e na região inguinal (virilha). Queixas de cãibras nas pernas, que se repetem nas panturrilhas sobretudo à noite, são relativamente frequentes (como banana!). O aumento da frequencia urinária e nictúria (urinar muito à noite) é comum. É também frequente, principalmente nos primeiros meses, uma maior sensibilidade olfativa, passando a gestante a sentir como intensos os cheiros que antes da gravidez não a impressionavam. Rejeição ao perfume e ao cheiro do marido são comportamentos comuns mas, felizmente, depois passam.